Alemanha festeja 25º aniversário da queda do Muro de Berlim
Em Berlim, durante todo o fim da semana se festeja o 25º aniversário da queda do Muro de Berlim. O principal símbolo do jubileu será uma instalação luminosa que se estenderá por 15 quilômetros ao longo da antiga fronteira no interior da cidade.
O muro surgiu em 1961 como uma “barragem antifascista”, com a qual a RDA socialista se separou dos seus vizinhos ocidentais.
O muro foi muitas vezes reconstruído e foram inventadas novas e novas formas de impedir fugas.
No perímetro de Berlim Ocidental funcionava oficialmente toda uma série de postos de controle nas ruas. Em 1989, o muro de 160 quilômetros de extensão foi destruído como fronteira.
Hoje, em muitos lugares onde se conservam restos do muro e postos de controle, estão instalados memoriais e museus.
O muro surgiu em 1961 como uma “barragem antifascista”, com a qual a RDA socialista se separou dos seus vizinhos ocidentais.
O muro foi muitas vezes reconstruído e foram inventadas novas e novas formas de impedir fugas.
No perímetro de Berlim Ocidental funcionava oficialmente toda uma série de postos de controle nas ruas. Em 1989, o muro de 160 quilômetros de extensão foi destruído como fronteira.
Hoje, em muitos lugares onde se conservam restos do muro e postos de controle, estão instalados memoriais e museus.
FONTE : VOZ DA RÚSSIA
Gorbachev visita Berlim para a festa dos 25 anos da queda do Muro
Mikhail Gorbachev foi o último dirigente da União Soviética.
Capital alemã terá festa popular neste domingo (9).
Capital alemã terá festa popular neste domingo (9).
Gorbachev deixa as marcas de suas mãos em placa de cimento no Checkpoint Charlie, em Berlim, nesta sexta-feira (7) (Foto: AFP PHOTO / ODD ANDERSEN)
Mikhail Gorbachev, o último dirigente da União Soviética, visitou Berlim nesta sexta-feira (7), antevéspera da festa dos 25 anos da queda do Muro que dividiu a cidade durante a Guerra Fria.
A capital da Alemanha recebe uma instalação com 8 mil balões luminosos para celebrar a data até domingo (9), quando também será realizada uma grande festa popular.
Gorbachev esteve no Checkpoint Charlie, antigo local de passagem da fronteira entre Berlim Ocidental e Oriental, onde deixou a marca de suas mãos em uma placa de cimento. Ele também deve participar de um debate que discutirá o recente aumento de tensão entre o Ocidente e a Rússia.
A capital da Alemanha recebe uma instalação com 8 mil balões luminosos para celebrar a data até domingo (9), quando também será realizada uma grande festa popular.
Gorbachev esteve no Checkpoint Charlie, antigo local de passagem da fronteira entre Berlim Ocidental e Oriental, onde deixou a marca de suas mãos em uma placa de cimento. Ele também deve participar de um debate que discutirá o recente aumento de tensão entre o Ocidente e a Rússia.
O Muro de Berlim, que separou a ilha de Berlim Ocidental do Leste comunista, foi o símbolo mais contundente da Guerra Fria. Pelo menos 136 pessoas foram mortas ou morreu no Muro, a maioria tentando fugir. Ele foi derrubado em 1989.
A construção de mais de 150 km de comprimento foi erguida em 1961 pela República Democrática Alemã (RDA, Oriental), comunista.
Sob a pressão pacífica de centenas de milhares de manifestantes, o muro foi derrubado 28 anos depois, em 9 de novembro de 1989. Menos de um ano depois, em 3 de outubro de 1990, a reunificação da Alemanha foi oficializada.
Muito respeitado no Ocidente, Gorbachev, de 83 anos, é criticado pelos russos, que o consideram responsável pela desintegração da URSS e o caos econômico e social após o fim da União Soviética.
O pai da “Perestroika”, política de reforma lançada em 1985, renunciou em 25 de dezembro de 1991, abrindo caminho para o fim da URSS, após um acordo assinado sem ele por Ucrânia, Belarus e Rússia.
Segundo matéria publicada pela revista "Der Spiegel", o ex-presidente soviético e o ministro das Relações Exteriores na época, Eduard Shevardnadze teria pedido ao líder da Alemanha Oriental, Erich Honecker, que derrubasse o muro de Berlim em 1987, dois anos antes da queda.
A construção de mais de 150 km de comprimento foi erguida em 1961 pela República Democrática Alemã (RDA, Oriental), comunista.
Sob a pressão pacífica de centenas de milhares de manifestantes, o muro foi derrubado 28 anos depois, em 9 de novembro de 1989. Menos de um ano depois, em 3 de outubro de 1990, a reunificação da Alemanha foi oficializada.
Muito respeitado no Ocidente, Gorbachev, de 83 anos, é criticado pelos russos, que o consideram responsável pela desintegração da URSS e o caos econômico e social após o fim da União Soviética.
O pai da “Perestroika”, política de reforma lançada em 1985, renunciou em 25 de dezembro de 1991, abrindo caminho para o fim da URSS, após um acordo assinado sem ele por Ucrânia, Belarus e Rússia.
Segundo matéria publicada pela revista "Der Spiegel", o ex-presidente soviético e o ministro das Relações Exteriores na época, Eduard Shevardnadze teria pedido ao líder da Alemanha Oriental, Erich Honecker, que derrubasse o muro de Berlim em 1987, dois anos antes da queda.
Gorbachev visita o Checkpoint Charlie, em Berlim, nesta sexta-feira (7), antevéspera dos 25 anos da queda do Muro que dividiu a cidade durante a Guerra Fria (Foto: REUTERS/Hannibal Hanschke)
FONTE:G1
Queda do Muro de Berlim, ícone do fim da Guerra Fria, completa 25 anos.
Renato Machado comenta quais foi às mudanças políticas e sociais da Europa um quarto de século após a queda do Muro de Berlim.
Completa um quarto de século a queda do Muro de Berlim, o acontecimento símbolo do fim da Guerra Fria e da divisão de boa parte do mundo em dois blocos.
Vinte e cinco anos depois da queda do muro, a Europa ainda é o lugar mais seguro e de melhor qualidade de vida, na média.
Não é a região que mais cresce, mas é ainda o sonho de quem quer uma vida melhor.
Essas relativas paz e prosperidade são garantidas pela Alemanha, justamente o país onde o drama do muro dividia o mundo. Onde o sistema comunista encontrava uma barreira e onde o Ocidente buscava reforçar as lições democráticas.
É a Alemanha o país que mais restrições faz hoje a qualquer envolvimento militar no cenário mundial.
O muro caiu num movimento de festa e comemoração ainda sob um governo comunista, de um chefe enfraquecido e que se revelou corrupto.
O que se viu depois foi que os governos comunistas na Europa desmoronaram. Uns pacificamente, outros em conflitos. Segundo o jornal Financial Times, onde a transição foi pacifica, a prosperidade voltou mais rapidamente. No resto do mundo, curiosamente, existem governos comunistas onde parece que as lições do muro nunca chegaram.
É o caso da Coreia do Norte e outros poucos países que são exemplos de baixo crescimento. A Alemanha pagou um alto preço pela união das duas metades que o muro separava. Ainda hoje existem diferenças. O lado ocidental mais prospera que o ex-comunista e, na história de Berlim, o muro é uma cicatriz.
Vinte e cinco anos depois da queda do muro, a Europa ainda é o lugar mais seguro e de melhor qualidade de vida, na média.
Não é a região que mais cresce, mas é ainda o sonho de quem quer uma vida melhor.
Essas relativas paz e prosperidade são garantidas pela Alemanha, justamente o país onde o drama do muro dividia o mundo. Onde o sistema comunista encontrava uma barreira e onde o Ocidente buscava reforçar as lições democráticas.
É a Alemanha o país que mais restrições faz hoje a qualquer envolvimento militar no cenário mundial.
O muro caiu num movimento de festa e comemoração ainda sob um governo comunista, de um chefe enfraquecido e que se revelou corrupto.
O que se viu depois foi que os governos comunistas na Europa desmoronaram. Uns pacificamente, outros em conflitos. Segundo o jornal Financial Times, onde a transição foi pacifica, a prosperidade voltou mais rapidamente. No resto do mundo, curiosamente, existem governos comunistas onde parece que as lições do muro nunca chegaram.
É o caso da Coreia do Norte e outros poucos países que são exemplos de baixo crescimento. A Alemanha pagou um alto preço pela união das duas metades que o muro separava. Ainda hoje existem diferenças. O lado ocidental mais prospera que o ex-comunista e, na história de Berlim, o muro é uma cicatriz.
FONTE:JORNAL DA GLOBO
QUEDA DO MURO DE BERLIM ( 1989)- ANTES
- DEPOIS
Fonte: À 25 anos um muro caia e unificava toda uma nação»
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