sábado, 8 de novembro de 2014

À 25 anos um muro caia e unificava toda uma nação

Alemanha festeja 25º aniversário da queda do Muro de Berlim





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Em Berlim, durante todo o fim da semana se festeja o 25º aniversário da queda do Muro de Berlim. O principal símbolo do jubileu será uma instalação luminosa que se estenderá por 15 quilômetros ao longo da antiga fronteira no interior da cidade.



O muro surgiu em 1961 como uma “barragem antifascista”, com a qual a RDA socialista se separou dos seus vizinhos ocidentais.



O muro foi muitas vezes reconstruído e foram inventadas novas e novas formas de impedir fugas.



No perímetro de Berlim Ocidental funcionava oficialmente toda uma série de postos de controle nas ruas. Em 1989, o muro de 160 quilômetros de extensão foi destruído como fronteira.



Hoje, em muitos lugares onde se conservam restos do muro e postos de controle, estão instalados memoriais e museus.



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FONTE : VOZ DA RÚSSIA



Gorbachev visita Berlim para a festa dos 25 anos da queda do Muro





Mikhail Gorbachev foi o último dirigente da União Soviética.

Capital alemã terá festa popular neste domingo (9).





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Gorbachev deixa as marcas de suas mãos em placa de cimento no Checkpoint Charlie, em Berlim, nesta sexta-feira (7) (Foto: AFP PHOTO / ODD ANDERSEN)





Mikhail Gorbachev, o último dirigente da União Soviética, visitou Berlim nesta sexta-feira (7), antevéspera da festa dos 25 anos da queda do Muro que dividiu a cidade durante a Guerra Fria.



A capital da Alemanha recebe uma instalação com 8 mil balões luminosos para celebrar a data até domingo (9), quando também será realizada uma grande festa popular.



Gorbachev esteve no Checkpoint Charlie, antigo local de passagem da fronteira entre Berlim Ocidental e Oriental, onde deixou a marca de suas mãos em uma placa de cimento. Ele também deve participar de um debate que discutirá o recente aumento de tensão entre o Ocidente e a Rússia.



O Muro de Berlim, que separou a ilha de Berlim Ocidental do Leste comunista, foi o símbolo mais contundente da Guerra Fria. Pelo menos 136 pessoas foram mortas ou morreu no Muro, a maioria tentando fugir. Ele foi derrubado em 1989.



A construção de mais de 150 km de comprimento foi erguida em 1961 pela República Democrática Alemã (RDA, Oriental), comunista.



Sob a pressão pacífica de centenas de milhares de manifestantes, o muro foi derrubado 28 anos depois, em 9 de novembro de 1989. Menos de um ano depois, em 3 de outubro de 1990, a reunificação da Alemanha foi oficializada.



Muito respeitado no Ocidente, Gorbachev, de 83 anos, é criticado pelos russos, que o consideram responsável pela desintegração da URSS e o caos econômico e social após o fim da União Soviética.



O pai da “Perestroika”, política de reforma lançada em 1985, renunciou em 25 de dezembro de 1991, abrindo caminho para o fim da URSS, após um acordo assinado sem ele por Ucrânia, Belarus e Rússia.



Segundo matéria publicada pela revista "Der Spiegel", o ex-presidente soviético e o ministro das Relações Exteriores na época, Eduard Shevardnadze teria pedido ao líder da Alemanha Oriental, Erich Honecker, que derrubasse o muro de Berlim em 1987, dois anos antes da queda.



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Gorbachev visita o Checkpoint Charlie, em Berlim, nesta sexta-feira (7), antevéspera dos 25 anos da queda do Muro que dividiu a cidade durante a Guerra Fria (Foto: REUTERS/Hannibal Hanschke)





FONTE:G1



Queda do Muro de Berlim, ícone do fim da Guerra Fria, completa 25 anos.





Renato Machado comenta quais foi às mudanças políticas e sociais da Europa um quarto de século após a queda do Muro de Berlim.





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Completa um quarto de século a queda do Muro de Berlim, o acontecimento símbolo do fim da Guerra Fria e da divisão de boa parte do mundo em dois blocos.



Vinte e cinco anos depois da queda do muro, a Europa ainda é o lugar mais seguro e de melhor qualidade de vida, na média.



Não é a região que mais cresce, mas é ainda o sonho de quem quer uma vida melhor.



Essas relativas paz e prosperidade são garantidas pela Alemanha, justamente o país onde o drama do muro dividia o mundo. Onde o sistema comunista encontrava uma barreira e onde o Ocidente buscava reforçar as lições democráticas.



É a Alemanha o país que mais restrições faz hoje a qualquer envolvimento militar no cenário mundial.



O muro caiu num movimento de festa e comemoração ainda sob um governo comunista, de um chefe enfraquecido e que se revelou corrupto.



O que se viu depois foi que os governos comunistas na Europa desmoronaram. Uns pacificamente, outros em conflitos. Segundo o jornal Financial Times, onde a transição foi pacifica, a prosperidade voltou mais rapidamente. No resto do mundo, curiosamente, existem governos comunistas onde parece que as lições do muro nunca chegaram.



É o caso da Coreia do Norte e outros poucos países que são exemplos de baixo crescimento. A Alemanha pagou um alto preço pela união das duas metades que o muro separava. Ainda hoje existem diferenças. O lado ocidental mais prospera que o ex-comunista e, na história de Berlim, o muro é uma cicatriz.



FONTE:JORNAL DA GLOBO



QUEDA DO MURO DE BERLIM ( 1989)- ANTES










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Fonte: À 25 anos um muro caia e unificava toda uma nação»

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