sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A Revolução da Alma

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» Parte final da série “Todas as guerras do mundo” ver parte 1 | ver parte 2 | ver parte 3


Até que a filosofia que sustenta uma raça superior e outra inferior seja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada, haverá guerra, eu digo: guerra…

Guerra no leste, guerra no oeste, guerra no norte, guerra no sul, guerra, guerra, rumores de guerra…

(War, Bob Marley – composição de Allen Cole e Carlie Barrett)



Em 3 de junho de 1989, tanques e solados do exército chinês invadiram a Praça da Paz Celestial, na capital, Pequim. Lá estavam cerca de 100 mil manifestantes que protestavam pacificamente há quase 2 meses, criticando a corrupção e a repressão da liberdade individual vindas de um governo que se dizia comunista [1]. Haviam entre eles muitos intelectuais, professores, estudantes e trabalhadores insatisfeitos com o rumo geral da política chinesa. Mas o Partido Comunista já havia perdido a paciência com eles; Como haviam ignorado as ordens para que as manifestações fossem encerradas, a ala do Partido mais propensa à violência aprovou a ordem para que fosse iniciado o massacre. Na Praça da Paz Celestial, na noite de 3 de junho de 1989, o exército chinês matou 2.600 manifestantes e feriu outros 10 mil [2].


No dia 4 os protestos se intensificaram muito, principalmente por parte dos jovens estudantes. Há essa altura os jornalistas de todo o mundo já estavam se hospedando nos hotéis próximos a Praça, visto que era uma área nobre da capital, e preparavam os flashes para o próximo massacre… Talvez por conta dessa exposição indesejada na mídia mundial, a ala violenta do Partido Comunista recuou, e o que se viu naquele dia foram tanques passeando em torno da Praça, enquanto os jovens prosseguiam com seu protesto ainda pacífico.


No dia 5, ante as manobras de dezenas de tanques pela avenida em torno da Praça, um homem solitário surgiu no meio da rua, impávido ante o avanço de uma coluna de vários tanques enfileirados, enquanto outros civis mais precavidos fugiam desesperadamente do avanço militar… Quando o primeiro tanque da fileira chegou próximo dele, foi obrigado a desviar para não o atropelar. Mas o homem se moveu de lado, brecando o tanque. Ele parecia querer conversar…


(...)

Acompanhe o resto em A Revolução da Alma (1,599 words)




© raph for Teoria da Conspiração, 2014. | Permalink | | Add to del.icio.us

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Fonte: A Revolução da Alma»

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